A Plataforma de Financiamento Verde para América Latina e Caribe (GFL) é uma plataforma de troca de conhecimento que foi criada para
responder à demanda dos bancos nacionais de desenvolvimento (BNDs),
instituições financeiras do setor privado e atores dos mercados de capitais.


Conheça-nos melhor
São 12 iniciativas nas quais o BID e o BID Invest trabalham para promover instrumentos sustentáveis para o desenvolvimento. Descobre o que o banco está fazendo em cada um deles, por setor e país.
2 - Bioeconomia
9 - Economia Azul
10 - Mercados Financieros
8 - Risco Climático

3 - MASG
6 - Mecanismos Financeiros em Energia Sustentável
11 - Plataforma de Transparência de Títulos Verdes
7 - Finanças Verdes

5 - Obrigações Verdes, Sociais e Temáticas
12 - LAB
1 - Reguladores de Mercado para Desenvolvimento
4 - Setor privado
 
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Notícias


O Tesouro faz a emissão inaugural do primeiro título soberano sustentável do mundo ligado ao ODS

Hoje, o México se torna o primeiro país do mundo a emitir um título soberano sustentável vinculado às Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) por um montante de 750 milhões de euros. Com esta edição, o Ministério da Fazenda inaugura o programa de financiamento sustentável do México e coloca o país na vanguarda da inovação em instrumentos de financiamento sustentável. Além disso, a emissão permite ao país expandir sua base de investidores, acessando fundos internacionais comprometidos com o desenvolvimento econômico sustentável. Este título foi colocado para um prazo de 7 anos (Setembro de 2027), oferecendo um rendimento no vencimento de 1,603% e pagando uma taxa de cupom de 1,350%. A operação atingiu uma demanda máxima de 4,8 bilhões de euros, equivalente a 6,4 vezes a quantia colocada, e envolveu 267 investidores institucionais em todo o mundo. A colocação deste título é um marco importante no desenvolvimento e inovação de instrumentos de mercado para financiamento sustentável e confirma a confiança dos investidores internacionais no compromisso do governo mexicano com o desenvolvimento.


Primeira “taxonomia” criada para identificar soluções do setor privado para investir em adaptação e resiliência climática

NOVA YORK - O Grupo Lightsmith ("Lightsmith") lançou hoje a Adaptive Solutions Taxonomy ("ASAP Taxonomy"). Este é o primeiro conjunto de definições e critérios de elegibilidade revisados por pares que se concentram especificamente nas soluções de adaptação ao clima oferecidas por empresas do setor privado. A taxonomia ASAP foi desenvolvida através do Projeto Acelerador de Adaptação EMS ("ASAP"), que é apoiado pelo Fundo Especial para Mudanças Climáticas (SCCF) do Fundo Mundial para o Meio Ambiente, Conservação Internacional, Banco Interamericano de Desenvolvimento e Laboratório do BID. Ele se baseia nas definições e padrões internacionais existentes sobre finanças climáticas, tais como a Taxonomia Financeira Sustentável da União Européia, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas, o Grupo de Trabalho sobre Revelações Financeiras Relacionadas ao Clima (TCFD) e o Centro e Rede de Tecnologia Climática da UNFCCC (CTCN), entre outros, para promover a harmonização e adoção. A taxonomia ASAP foi revista por um painel global de especialistas e está sendo aplicada ativamente para identificar empresas privadas em todo o mundo que fornecem soluções de adaptação ao clima. Veja o comunicado de imprensa completo em inglês aqui. Acesse aqui a publicação completa da Taxonomia de Soluções de Adaptação ASAP aqui.


O que falta para haver mais títulos verdes no mercado

Ainda em desenvolvimento no Brasil, o mercado de títulos verdes tem potencial de crescimento por aqui, dizem especialistas. Segundo os dados mais recentes do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), a emissão de títulos de dívida temáticos, os chamados “títulos verdes, sociais ou sustentáveis", somou US$ 328 bilhões em todo o mundo no ano passado, alta de 57% ante 2018. Mas a América Latina e o Caribe responderam por apenas 2% desse total. Criado para promover as finanças sustentáveis no País, o Laboratório de Inovação Financeira (LAB) fez uma pesquisa com possíveis emissores e investidores para saber quais incentivos e oportunidades poderiam fazer com que eles entrassem nesse mercado. Do lado dos emissores, 4,61% citaram como fator um melhor preço. “A gente precisa de mais ativos e ativos verdes, que vão ter impacto na liquidez. E os instrumentos estão colocados. As mudanças nos marcos regulatórios, por exemplo, vão viabilizar a maior quantidade de ativos à disposição”, afirmou José Alexandre Vasco, superintendente de Proteção e Orientação aos Investidores da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Do lado do investidor, os títulos verdes precisariam ter preços mais atrativos e competitivos (6,43%). "As pessoas têm interesse na sustentabilidade, mas elas ainda veem sua decisão de investimento atrelada ao retorno ajustado, ao risco e à liquidez. Antes de tudo, ele é um investidor. Depois, ele traz a lente de sustentabilidade para essa decisão", disse Annelise Vendramini, coordenadora do "Guia para Emissão de Títulos Verdes no Brasil", publicado em parceria da FGV com a Febraban. A falta de conhecimento tanto sobre o mercado e sobre o destino dos recursos é um dos maiores entraves para a entrada de novos agentes no mercado de títulos verdes, segundo a especialista em finanças do BID Maria Netto. Diante da necessidade de maior transparência, já que 47% dos emissores de títulos na América Latina ainda não informavam o destino dos recursos captados e os impactos dos projetos, o BID criou uma plataforma de transparência sobre esses ativos. A segurança jurídica também é um fator a ser perseguido na hora de atrair os agentes. "O setor de saneamento, que é extremamente importante no desenvolvimento sustentável, entrou para a lista de projetos de debêntures incentivadas com o decreto 10.387, de junho deste ano. No mês seguinte, já tivemos duas emissões emissão da Iguá Saneamento”, lembrou a gerente de Relações Institucionais do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), Tatiana Assali. Na América Latina, os dois principais setores que emitem títulos verdes são ligados à energia (40%) e uso da terra – que abrange agricultura e manejo florestal – (36%), segundo o CBI. O restantes é dividido entre indústria (7%), projetos de resíduos (7%), recursos hídricos (5%), transportes (3%) e edificações (2%). Segundo Annelise, uma das explicações para isso é o perfil dos setores que estão emitindo os títulos. “Como o mercado de green bonds surgiu em países desenvolvidos, onde a agenda de sustentabilidade estava muito ligada à energia e ao transporte, foi natural o mercado começar e se desenvolver por aí.”



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